Review musicais

Review: War Eternal - Arch Enemy

02:28Ana Mansilha

Olá pessoal.

Estava em dívida com esta review, visto que o álbum já saiu à algum tempo, mas mais vale tarde do que nunca certo?
Confesso que não estou 100% segura em fazer uma review inteiramente certa e correcta, visto que não conheço a banda assim à tantos anos. Mas vamos lá... 

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Por não os seguir à muito tempo, talvez esteja com a mente tão aberta em relação a esta mudança na vocalista, os Arch Enemy eram, e são extremamente conhecidos por terem vocalistas mulheres que cantam como homens e fazem-no com uma perfeição que muito macho não consegue.
Acho até que a Alissa é mais versátil na voz, a Angela era pungente e tem uma voz muito forte, mas Alissa consegue ir do gutural ao vocal mais rasgado que se vê tão pouco bem feito por aí.
O som é o mesmo, dos melhores solos de guitarras que nos lembram sempre, que os Arch Enemy tem óptimos músicos, muito competentes.

Começa com uma interlúdio bem sombrio e depois somos levados por uma avalanche chamada "Never Forgive, Never Forget", mostra bem que os Arch Enemy mudaram de vocalista mas mantêm íntegros no percurso que até então têm percorrido.
Temos depois "War Eternal" já conhecida por todos nós e muito boa, "As the Pages Burn" é uma malha daquelas, bem rápida, bem pesada, com aquelas guitarras perfeitamente executadas com um refrão mais melodioso que assenta numa luva.
"No More Regrets" começa com um solo de guitarra que nos deixa um pouco embasbacados, sim um música do caraças com guitarradas a dar com um pau, um refrão que parece estranho, mas depois de algumas vezes soa muito bem. Quando ouço "You Will Know My Name" lembro-me sempre da Angela e do concerto no Vagos quando tocaram a "No Gods, No Masters", penso sempre que é ela que vai tocar, acho que tem a cara dela.
"Time Is Back" óptima faixa, completa, versátil e dinâmica; a saída não poderia ser melhor, a poderosa "Down to Nothing" vem a ser a chave de ouro a fechar este disco brutal, ela é pesada, extrema, gritante e muito muito boa.



O que nos resta? Ouvir ouvir e ouvir sem parar, ou até se fartar, o que duvido. É um álbum espectacular, não fica nada atrás dos álbuns com a, agora agente,  Angela Gossow. Se vai deixar saudades? oh oh se vai. A mulher era, como diz a Vivian: "Luxo, Poder e Sedução. Gritaria na fila do Açougue", agora a sério, ela era uma presença única em palco, fala quem ficou meia petrificada durante o concerto.
Uma coisa que reparei é que a Alissa também canta liricamente, mas essa sua vertente não foi usada neste álbum, é que a mulher ate tem uma voz interessante. Gostava mesmo de os voltar a ver agora a Pluma Azul no comando.

Excelente álbum, óptimo concorrente a disco do ano.





NOTA: 5 / 5

Confesso que adorava conseguir fazer à voz, enfim. Fico cá com a minha de cana rachada. ;)
Espero que tenham gostado, espero que ouçam este novo registo, obrigada por estarem aí, não deixem de passar no Facebook e subscrever para muitooooos mais.
Ana \m/




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